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Opinião

Tal como descrito na secção dedicada ao âmbito deste projecto, viladesandim.org, tudo fará por se manter independente de qualquer tomada de posição conotada com quaisquer outro movimento. Contudo, como responsável por esta iniciativa, parece-me oportuno e viável abrir aqui um espaço onde possa partilhar as minhas opiniões sobre o nosso funcionamento como comunidade e apresentar aquilo que, talvez, possa ser considerado como um conjunto de ideias para a Vila.

Tentarei transmitir as minhas opiniões pessoais bem como as perspectivas que absorvo de outras pessoas, não necessariamente de Sandim, com quem vou trocando opiniões e pontos de vista.

Estes parágrafos são o resultado liquido das minhas vivências como cidadão, algo que espero possa ter um contributo positivo para a vida da comunidade Sandinense.

Pelo entendimento para a acessibilidade

A minha chegada a Sandim, com apenas 12 anos, deu-se no ano de 1991. Nessa altura eu tinha muito mais que fazer do que reparar no que estava bem ou estava mal ao nível das infraestruturas e afins. Contudo, o tempo passou e há uma incógnita enorme que em mim reside e para a qual não encontro uma explicação plausível. Embora, com todo o respeito pelas entidades responsáveis, deva admitir que ela deverá existir algures, mas eu desconheço-apor.

A Vila de Sandim está remetida ao interior do concelho de Vila Nova de Gaia. Como tal, as acessibilidades à Vila constituem um factor por demais importante na sua aproximação aos maiores centros de gestão e decisão, unidades onde muitas vezes se encontram serviços dos quais a Vila não dispõe, mas que os Sandinenses precisam.

A espinha dorsal de Sandim é a N222, via que atravessa a localidade em toda a sua extensão. Existem duas bifurcações importantes, uma a Norte, que permite chegar à variante da N222 e acessos mais próximos da A1; e outra a Sul, por onde se chega às localidades de Sanguedo e Vila Maior. O estado destes acessos é, a nível viário, o que mais confusão me causa como cidadão da nossa Vila. Acredito que, dado o nível de tráfego que se regista, que quer a rua do Chão do Moínho, com prolongamento para a Espinheira, na ligação a Sanguedo, bem como a Rua Gondezindo Eres, a Norte, estão ávidas de intervenções que julgo serem mais do que necessárias (nomeadamente a sua mudança de piso para asfalto).

Não sei quais as dificuldades que se colocam à concessão de verbas para a intervenção no Chão do Moínho. Reconheço que, como estrada secundária, será mais complicado obter o dinheiro necessário para esta obra. Contudo, no caso da Gondezindo Eres, que de via secundária não tem absolutamente nada, o problema é por demais evidente. Esta estrada necessita de uma itnervenção urgente que possibilite a melhoria dos acessos a Sandim pelo Norte.

Além disso, na minha opinião, as Juntas de Freguesia de Sandim, Olival e Argoncilhe, em conjunto, deveriam promover o estabelecimento de uma plataforma de entendimento em que promove-se o apelo às suas respectivas Câmaras Municipais. O objectivo seria garantir uma intervenção com custos repartidos para, de uma vez por todas, se proceder à beneficiação da estrada até ao chamado cruzamento dos Camalhões, possibilitando um acesso de qualidade até à N1 em toda a sua extensão, que, para além da sua importância própria, é ponto de referência para acessos como a A1 ou a A29.

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